
Nova geração de agentes amplia automação em empresas
Ferramentas que combinam modelos de linguagem e acesso a sistemas internos começam a assumir rotinas antes manuais. Especialistas pedem cautela na adoção.
Reportagens, análises, entrevistas e colunas para entender o que está por trás dos acontecimentos em tecnologia e negócios.

Ferramentas que combinam modelos de linguagem e acesso a sistemas internos começam a assumir rotinas antes manuais. Especialistas pedem cautela na adoção.

A demanda por processadores voltados a cargas de IA reacende planos de expansão e recoloca a geografia da produção no centro da estratégia.

À medida que ferramentas assumem parte do trabalho operacional, líderes discutem como redistribuir responsabilidades sem esvaziar funções.

Em vez de contar funcionalidades lançadas, equipes passam a medir o efeito real do que constroem.
Formar líderes capazes de interpretar dados se tornou parte central da agenda de gestão.
Quanto mais autonomia um agente tem, maior a atenção necessária com permissões e monitoramento.
Critérios objetivos ajudam a separar o que entrega valor do que apenas parece promissor.
Reestruturações internas sinalizam para onde as maiores companhias apostam nos próximos anos.
Com parte da escrita de código acelerada, a revisão ganha peso ainda maior.
A discussão sobre agilidade amadurece e deixa para trás a obsessão com rituais.